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7º PERÍODO DE PEDAGOGIA VISITA O PEQUENO COTOLENGO

junho 28, 2018 8:59 pm

Sobre o Pequeno Cotolengo

Fundado por São LuisOrione na Itália, o Pequeno Cotolengo chegou em Curitiba em 1965. A fé e a caridade de religiosos e a dedicação da comunidade foram o impulso inicial para construção deste sonho. E o sonho se tornou realidade! Sonho de criar um lugar onde os mais pequeninos, necessitados e abandonados pudessem se sentir respeitados, protegidos e amados. O sonho de se construir um verdadeiro LAR. Um lar que não é somente feito de tijolos e cimento, mas feito principalmente de confiança.

Por isso, no Pequeno Cotolengo, cada morador é recebido como um filho, um irmão, um membro de uma grande família onde o laço que une a todos, moradores, funcionários e voluntários, não é o sangue ou o sobrenome, mas o amor.

Hoje, o Pequeno Cotolengo acolhe pessoas com deficiências múltiplas (físicas e intelectuais)  de todas as idades e de qualquer região do estado do Paraná, que foram abandonadas por suas famílias, sofreram maus tratos ou viviam em situação de risco. São cerca de 200 moradores que recebem na instituição acolhimento, educação e saúde, tudo feito com muito carinho para oferecer qualidade de vida a cada um deles.

Todo o atendimento realizado pelo Pequeno Cotolengo é gratuito para os moradores, e a instituição se mantém com o apoio de empresas e de toda a sociedade. Os prêmios recebidos pela instituição, entre eles o Selo Portal da Transparência e dois Selos ODM (Objetivos do Milênio) concedido pela ONU, certificam que o trabalho prestado está sendo feito com seriedade e construído com o apoio de toda a sociedade. O resultado desses mais de 50 anos de trabalho está refletido no sorriso dos moradores.

Fonte: http://www.pequenocotolengo.org.br/quem-somos

 

A Visita

A visita foi realizada no dia 05 de maio para a disciplina de Princípios e Valores Inclusivos, coordenado pela professora Renata Pereira de Cordova e Hanslivian Correia Cruz Bonfim, com o acompanhamento de um funcionário da Instituição, que explicou sobre o funcionamento da instituição e sanou todas as dúvidas dos participantes.

O objetivo da visita foi aproximar os alunos de projetos relacionados com a inclusão de pessoas com deficiência. Vivenciar o contato direto com pessoas das mais variadas deficiências e com as formas de tratamento, cuidados e educação. Conscientizar sobre a necessidade de repensar o processo educacional baseado nos valores inclusivos.

Incialmente, foi possível conhecer a ala em que permanecem as pessoas com deficiências mais severas e necessitam de maiores cuidados médicos, inclusive algumas com alimentação parenteral. Nesta ala, as pessoas têm as mais variadas idades, o mais novo residente possui 4 anos. Também não é separado por sexo, devido a severidade dos casos, permanecem em cadeiras de rodas e alguns são acamados.

Nesta ala, foi possível perceber a sensibilização dos alunos e a possibilidade de lidar com sentimentos advindos do contato com deficiências mais severas. Alguns alunos se emocionaram.

Na sequência, foi a vez de conhecer as diversas estruturas, como: cozinha, lavanderia, igreja e alas feminina e masculina. Nas alas foi possível contato direto com os residentes, onde os alunos conversaram sobre suas histórias, entre outros assuntos.

A Instituição possui escola dentro de suas instalações e os residentes recebem educação por professores contratados pela Prefeitura e pelo próprio Cotolengo. Após finalizar a educação fundamental, eles podem cursar o EJA em uma instituição externa e são acompanhados até a escola por funcionários do Cotolengo.

As pessoas que demonstram maior independência são direcionadas para as casas coloridas, onde os residentes podem vivenciar a possibilidade de sair das alas, ter uma família e maior individualidade. Nestas casas moram em média 8 pessoas, com o acompanhamento de uma mãe social. Todos possuem sua rotina organizada, como atividades de cuidado da casa, horário das refeições e escola, etc.

A visita foi muito produtiva, os alunos relataram sobre a possibilidade de contato com pessoas deficientes (para alguns foi o primeiro contato), também foi possível avaliar a amplitude e importância do papel da Pedagogo no processo de educação dessas pessoas e principalmente refletir sobre um olhar mais inclusivo em nossa sociedade.

Colégio FAPI - Ensino Médio

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